Mais de mil bebês nasceram no Getúlio Vargas em 2025
A maternidade do Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV), que conta com a com a Linha de Cuidado Mamãe, Bebê e Criança, em Sapucaia do Sul, realizou mais mil partos no período de janeiro a dezembro de 2025. A instituição intensificou a humanização com a disponibilização dos quartos pré-parto, parto e pós-partos no novo centro obstétrico inaugurado em junho de 2023.
De acordo com a diretora de Atenção à Saúde Patrícia Bienert, mesmo em meio às dificuldades financeiras enfrentadas pela Fundação, desde julho de 2022, com a redução dos recursos, há um esforço de gestores e equipes para a manutenção dos serviços. Patrícia conhece a realidade, sobretudo, nessa área por ser enfermeira obstétrica e ter coordenado a maternidade por mais de dez anos.
Primogênita
Neste ano, já nasceram mais de 50 bebês no HMGV. O primeiro nascimento de 2026, Harielly Pereira Saucedo, ocorreu às 6h03min do dia 1º, pesando 2.574 quilos e com 47 centímetros. Ela foi planejada pelos pais, a dona de casa, Giovana de Moura Pereira, e o mecânico de motos e motoboy, Mateus Santos Saucedo, que residem no bairro sapucaiense Lomba da Palmeira.
“Eu fiz acompanhamento e meu pré-natal no posto de saúde da Vargas. Fomos passar a virada de ano na casa da minha sogra. Às 22h, olhei para o céu e me encantei com a lua que estava cheia e muito linda. Meu marido brincou comigo e perguntou com qual carro eu queria ir para levar a filha pra nascer. Nosso carro estragou e meu irmão nos emprestou o dele. Nós estávamos aproveitando a virada de ano, fomos ver a celebração com queima de fogos no bairro Walderez. Depois, dormimos porque iríamos bem cedo para Imbé. Antes das 5h30min, levantei para ir ao banheiro e ao mesmo tempo senti um líquido quente descendo nas minhas pernas com uma leve dor. Olhei para o chão e minha bolsa tinha estourado umas 4h30min”, contou a mãe.
Segundo Giovana, Mateus pensou ser brincadeira porque o parto estava previsto para este sábado (24/01). O marido levou a esposa para o Getúlio Vargas já que era o hospital mais próximo e de fácil acesso pela RS 118. “O atendimento foi muito rápido. Na hora da consulta, a médica fez o exame de toque e na segunda tentativa a bebê deu um chute na mão dela. Então, teve que ser uma cessaria urgente porque a bebê estava em posição pélvica e a bolsa já tinha estourada. A médica obstetra e o anestesista foram muito prestativos. Meu marido acompanhou todo o parto da nossa primeira filha, que foi o primeiro parto do ano no Getúlio Vargas”, finalizou.
Texto: Jocélia Bortoli – MTB 9653 / Comunicação FHGV
Fotos: Divulgação FHGV


