Linha de frente de higienizadores é essencial para conforto e segurança de pacientes

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A data de 19 de Maio é reservada para o Dia do Higienizador, um dos profissionais imprescindíveis na rotina de qualquer unidade de saúde, e a exemplo de como ocorre com outras funções, o profissional dessa área também atua com o objetivo de promover o conforto e a segurança do paciente. paciente. Desde o surgimento da pandemia do coronavírus, essa atividade tornou-se ainda mais relevante para combater a doença. Por isso, neste especial há relatos de dedicação e apreço pela atividade de higienizadoras da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas.

Entre essas trabalhadoras inspiradoras, Marli Santos da Silva, que se dedica à higienização no Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV) há quase 6 anos. Atualmente, ela é uma das responsáveis por higienizar a unidade de terapia intensiva adulto, o bloco cirúrgico e a sala de recuperação no turno adulto. “Quando vou para o Hospital, meus filhos Alexandre Júnior e Marcelo Silva do Nascimento, ficam em casa. Por mais precaução que eu tome, estou muito preocupada com a proporção desse vírus. Não por mim, mas pelos meus filhos que ficam em casa. Por isso, saio, faço meu trabalho e volto para casa com todo o cuidado”, revela.

Marli conta que a sua equipe no Hospital é maravilhosa e que um ajuda ao outro, sobretudo, agora com o coronavírus. Além de reforçar que gosta muito do que faz, a higienizadora observa que cada vez mais procura executar da melhor maneira o seu ofício. “Gosto muito do que faço e, quando faço, realizo bem. A higienização é imprescindível e executo meu trabalho com gosto para atender ao usuário. Isso é tudo: fazer o melhor para o próximo e não descuidando nunca dos equipamentos de proteção individual, usando-os corretamente para a nossa proteção e a do próximo”, ressalta.

Quanto ao conselho da profissional para quem se candidatar a uma vaga na higienização, ela reforça ser necessário gostar e fazer bem a tarefa. “Em uma ocasião, recebi uma mensagem de uma amiga que dizia: ‘se você quer saber se o leito está bem higienizado, faça como se fosse para você’. Isso me deixou muito emocionada. Precisamos deixar tudo bem e tento sempre fazer o melhor”, finaliza.

Parabéns aos colegas

Há quase 6 anos, a sapucaiense Ângela Maria Elesbão trabalha no HMGV na UTI adulto e na sala de recuperação. Toda vez que ela vai trabalhar, deixa em casa a neta Isadora de 2 anos, a filha Vanessa Elesbão, e o genro, Eder Brandão. Trabalhadora do turno da noite, ela relata gostar da sua atividade e que cada noite de trabalho é diferente. “Temos noites calmas e outras bem agitadas. Meu trabalho no combate ao coronavírus é de suma importância e estou sempre fazendo o melhor”, ressalta.

Quanto à dica para quem quiser ser higienizador em unidade de saúde, Ângela acrescenta que “um conselho que dou para quem for trabalhar na higienização, é que tenha ética e faça seu trabalho com amor e dedicação, sempre pensando no próximo porque isso é gratificante”. Por fim, a trabalhadora faz questão de parabenizar a todos os colegas de profissão pela data comemorada neste mês.



Higienizadora no HT

Há pouco mais de um ano, a higienizadora Cláudia Sabina Boch da Silva atua no Hospital Tramandaí. Ela é responsável pela higienização do bloco cirúrgico no turno da manhã. Assim como relataram as colegas de profissão do HMGV, ela destaca a importância da atividade que desenvolve na área hospitalar, principalmente, em tempos de combate ao coronavírus.

Quando sai para o trabalho, ela deixa em casa a neta Lara Sofia Boch da Silva Lemos de 9 anos, o neto Arthur da Silva Boch de 9 meses, as filhas Dienifer e Cláudia Luiza Boch da Silva, o genro Marcelo da Silva Júnior, e o marido, Cláudio Rogério Andrade. A moradora de Tramandaí ainda é mãe do Roger, que mora na mesma cidade, e da Júlia Maria, que reside em Cachoeirinha. “Meu conselho para quem ser higienizador é em primeiro lugar gostar da profissão e fazer pensando sempre que pode alguém da sua família estar no Hospital. No meu caso, no bloco cirúrgico onde trabalho, meu marido já precisou de cirurgia. A gente tem que fazer bem e pensar que a nossa família precisa do Hospital”, alerta.

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