Capacitações sobre oxigenioterapia e registros de enfermagem reforçam condutas de trabalhadores no HMGV

 In Educação Permanente e Continuada, Hospital Getúlio Vargas, Notícias

O Programa de Educação Permanente e Continuada da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas (FHGV) realizou capacitações sobre Oxigenioterapia e Registros de Enfermagem no decorrer desta semana. As atividades contribuem para o aperfeiçoamento das equipes que atuam no trabalho assistencial junto aos pacientes atendidos no Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV) em Sapucaia do Sul.

O técnico de enfermagem da Emergência do HMGV Gleison Leites Batista participou da capacitação a respeito do tema Oxigenioterapia. “São muito importantes essas capacitações porque cada vez mais a gente presta um atendimento adequado ao paciente. Além disso, cada patologia requer uma conduta diferenciada dos profissionais”, opina.

O fisioterapeuta Stefan Arendt Tornquist explica que reforçou em suas instruções as indicações, os efeitos deletérios e as formas de uso da oxigenioterapia. Segundo ele, algumas dúvidas dos profissionais envolvem a forma e a dosagem do oxigênio que depende do quadro e da hemodinâmica do paciente. “A oxigenioterapia é indicada para pacientes com dificuldades em oxigenação tecidual e atenua a insuficiência respiratória, bem como os sintomas causados pela apneia obstrutiva do sono”, afirma.

Registros de Enfermagem

A enfermeira Letícia Fantinelli da Silva ficou responsável pelas orientações acerca do assunto Registros de Enfermagem. Ela explica que o profissional de saúde deve registrar tudo o que fizer e o que não fizer em relação ao paciente. “Aquilo que estiver prescrito pelo médico e não for realizado precisa ser explicado o motivo. Outra orientação repassada é para que não seja usada a abreviatura, pois tudo precisa ser escrito por extenso. O abreviado dificulta o entendimento e não há siglário no HMGV”, ressalta.

Letícia também informa que deu ênfase para a questão das checagens durante as instruções, que devem ser feitas após a administração de medicamento ou do procedimento junto ao paciente. “É necessário que os profissionais sigam o aprazamento eletrônico adotado pelo HMGV, ou que eles avaliem exceções com os enfermeiros assistenciais responsáveis nos turnos. Na capacitação abordei ainda o direito do paciente em relação aos prontuários e registros, e o acompanhamento e a definição de condutas. Outro assunto importante tratado foi a identificação de dispositivos no paciente que faz parte do cuidado e evita a contaminação”, acrescenta.

Por fim, Letícia reitera a importância do registro de enfermagem que contém a evolução diária do paciente feita pelos profissionais e a anotação de enfermagem a respeito de tudo o que acontece no momento da assistência.

Recent Posts