Cresce o número de trabalhadores efetivos na FHGV

 In Fundação

Em 2018, a Fundação Hospitalar Getúlio Vargas aprofundou a busca por relações de trabalho mais estáveis com sua equipe. O foco foi reduzir a utilização de profissionais autônomos e temporários, estes últimos mantidos apenas em situações de falta de trabalhadores concursados. Segundo o diretor de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas da Fundação, Alex Borba dos Santos, “no momento em que o país passa por um processo de precarização da mão de obra e retirada de direitos, caminhamos no sentido contrário, procurando manter relações de trabalho com direitos trabalhistas preservados”.

Em 2018, houve um total de 674 novas contratações de trabalhadores efetivos em todas as unidades administradas pela Fundação, visando a reposição dos profissionais citados e de desligamentos. Este esforço permitiu reduzir o total de autônomos de 245 em janeiro para 41 em dezembro, com destaque para o SAMU de Sapucaia, primeira unidade onde toda a equipe é celetista.

Já para os trabalhadores temporários, que chegam para reposições de licenças maternidade, afastamentos previdenciários ou preenchimento de vagas quando finaliza cadastro de reserva, houve 352 contratações durante o ano. Mesmo assim, de janeiro a dezembro, o número total desses trabalhadores reduziu de 616 para 422. Todos os trabalhadores temporários também passam por seleção pública.

Com essas medidas, o número de trabalhadores efetivos chegou a 1456 em dezembro, quase 80% de toda a força de trabalho da Fundação. Para Alex, “o resultado dessas iniciativas repercute na qualidade do atendimento prestado na assistência, pois permite estabilizar a equipe, investir em sua qualificação, consolidar protocolos de serviço e criar espírito de grupo, onde o usuário do SUS é o principal beneficiado.”

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