Ambulatório de Especialidades realiza mais de 4 mil exames por mês

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Vinte e quatro especialidades e mais de 350 atendimentos por dia. Estes são alguns dos importantes números que englobam o Ambulatório de Especialidades da FHGV. Reaberto no dia 25 de agosto de 2016, o Ambulatório, que antes localizava-se atrás da Prefeitura Municipal, atualmente está integrado ao HMGV e conta com oito consultórios, uma sala de coleta e uma de administração.

Só em exames laboratoriais, o Ambulatório realiza cerca de 4.400 por mês, sem contar os eletrocardiogramas, cerca de 1.400 mensais. O Ambulatório também é referência em ostomia para todo o Estado e em oftalmologia para Esteio e Tabaí. Além das especialidades, que variam de A a Z: Cardiologia, Cirurgia Geral, Cirurgia Torácica, Cirurgia Vascular, Dermatologia, Endocrinologia, Fonoaudiologia, Gastroenterologia, Geriatria, Hematologia, Medicina Interna, Neurologia, Nutrição, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pneumologia, Pneumologia Pediátrica, Psiquiatria, Reumatologia e Urologia. Dentre os mais procurados estão Cirurgia Vascular, Dermato, Endócrino, Neuro, Otorrino e Urologia.

Mariângela Silva, chefe do Ambulatório de Especialidades, acredita que, com a chegada de mais profissionais, sobretudo a partir dos concursos públicos da Fundação, será possível aprimorar ainda mais a qualidade dos serviços prestados e sustentar a alta demanda do dia a dia. “Temos agendas lotadas, mas, em compensação, muitas especialidades fluem tranquilamente”. Ainda segundo ela, a integração com o HMGV fez bem aos pacientes e aos funcionários. “Atualmente temos funcionários mais bem informados, uma conexão com a Secretaria de Saúde ainda melhor e a qualidade dos serviços também aumentou”.

Como funciona o Ambulatório?

Os pacientes que são atendidos pelo AE são encaminhados pela Secretaria de Saúde, em um primeiro atendimento. Após este atendimento, o paciente deve marcar uma consulta para fazer o retorno ao especialista. Mariângela ressalta que esta marcação deve ser feita dentro do prazo que o médico estabeleceu. “Às vezes o médico pede que a marcação seja feita dentro de, por exemplo, um mês e o paciente faz depois de dois meses. Isso atrasa o atendimento dele e o dos demais”.

Outro ponto importante é relembrar que todas as trocas de receitas contínuas devem ser feitas nas Unidades Básicas de Saúde. “O AE não faz estas trocas. Estas devem ser feitas pelo clínico geral de cada UBS. Muitas pessoas vêm até aqui acreditando que prestamos este serviço, mas ele deve ser feito pelo clínico e unicamente com ele”, afirma a chefe.

Para dar um melhor andamento às consultas, é necessário que o paciente tenha em mãos o cartão do SUS e sua identidade e, no caso de menor de idade, certidão de nascimento e identidade de um responsável. Também é imprescindível que se chegue 15 minutos antes do horário marcado. “Estes pequenos gestos fariam do Ambulatório um lugar ainda melhor com um serviço também ainda melhor”, acredita Mariângela.

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